quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Atividade 4.6 - Produção de um relato multimídia do seu projeto pedagógico
Vídeo desenvolvido para o Curso sobre as TICs (NTEM-Ponta Porã). Através do uso de diversas mídias (textos, sons, imagens etc.) o projeto propõe um maior conhecimento e consequente reconhecimento da contribuição da cultura negra na formação da identidade do povo brasileiro.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Espiritualidade de Barnabé x Espiritualidade moderna - Atos 11.22-26
Hoje, no
meio dito evangélico, está na moda uma acentuada busca do lado místico da vida
cristã ou, em outras palavras, do que se entende por espiritual. Todos querem
ser espirituais porém, na maioria das vezes, buscam caminhos que não condizem
ou correspondem a uma espiritualidade embasada, biblicamente falando. O que a
maioria das pessoas entende por espiritual tem mais que ver com ascetismo, alienação
e egocentrismo. Primeiro porque muitos se julgam espirituais porque pararam ou deixaram
de fazer algumas coisas, segundo porque abominam tudo o que é “deste mundo”
como se aqui não vivessem, e terceiro porque sua pretensa espiritualidade não
vai além do próprio umbigo.
Seguindo a tendência o filão dos chamados artigos gospel supre as demandas com literatura, músicas e quinquilharias onde quase tudo é dirigido à edificação do eu espiritual, isto é, à primeira pessoa do singular: meu Deus, eu sou, eu quero, eu vou, eu posso, eu determino etc., chegando a ter um forte teor de culto a si mesmo. Logo o que se entende por ser espiritual é algo altamente individualizante e pessoal, transcendente, sectarista e, poderíamos dizer, até esotérico, contrastando fortemente com o modo comunitário - e despretensioso - de ser espiritual dos primeiros cristãos.
O versículo 24 do texto apresentado como referência nos diz que Barnabé “Era, com efeito, um homem reto, cheio do Espírito Santo e de fé...” (TEB) e isso é importante para a nossa compreensão em tempos onde muitos buscam uma espiritualidade à toda prova. O seu estilo de vida contagiante vem assim evidenciar um jeito de ser cristão que se torna paradigma de espiritualidade, não por se isolar, se sobressair, ou por ser um seguidor da última bobeira gospel, mas a partir do que naturalmente fez. A sua espiritualidade era aberta a outros e era concreta, isto é, realizava-se no plano de vida e contexto em que se encontrava. Era uma espiritualidade “deste mundo”; bem terrena, poderíamos dizer.
No Capítulo quatro dos Atos, nos versículos 36 e 37 Barnabé é o primeiro nominalmente citado a dispor de recursos financeiros para ajudar os menos favorecidos da comunidade cristã nascente (At 4.36, 37). Em Atos 9.27 ele nos dá um grande exemplo de solidariedade apresentando-se e, por que não dizer, expondo-se como fiador de Saulo, o recém-convertido, ajudando-o a obter aceitação e confiança diante dos discípulos de Jerusalém. Foi a credibilidade, discernimento e encorajamento de Barnabé que mantiveram Saulo firme nesse difícil momento de sua vida. Quando tudo parecia estar contra ele, Barnabé apresenta-se como testemunha da sua mudança de vida e de que com ousadia havia pregado em nome de Jesus em Damasco.
Por conta dessa boa reputação que gozava Barnabé foi escolhido pelos líderes de Jerusalém para avaliar e conferir o trabalho dos pregadores itinerantes que estavam em Antioquia. Ali, vendo a graça de Deus, muito se alegrou e encorajou os primeiros fiéis para que “de todo o coração, permanecessem firmes” (At 11.19-21). Foi nessa ocasião que buscou Saulo trazendo-o para a igreja de Antioquia onde trabalharam juntos por um ano. Ele reconheceu o potencial que havia em Saulo e assim não o procurou apenas para encorajá-lo, mas para ser ajudado por ele visto que havia uma “multidão considerável” para ser ensinada e cuidada.
Desse modo vemos que a verdadeira espiritualidade não se fecha, mas busca ambientes de compartilhamento, ajuda e crescimento mútuos. Podemos entender, afinal, que não foi à toa que esse levita de Chipre recebeu o carinhoso cognome de encorajador ou filho da consolação (At 4.36); percebe-se que o conhecimento de suas qualidades já era notório entre os irmãos. Muito provavelmente foi o seu exemplo de espiritualidade que contagiou os demais cristãos de Antioquia para que socorressem os santos da Judéia, pois o vers. 30 do capítulo em destaque nos diz que a ajuda destinada a eles foi enviado pelas mãos de Barnabé e Saulo.
Será que havia nesse homem ainda mais alguma qualidade que não sabemos? Vejamos: Atos 13.1 nos apresenta uma lista de profetas e mestres em Antioquia, e olha o nome de Barnabé incluído aí! E será que Deus se interessa por tal tipo de espiritualidade? O versículo seguinte diz que o próprio Espírito Santo o escolheu para que juntamente com Saulo anunciassem a Palavra, missão que teve seu início entre os judeus, mas que no seu decurso vai se voltando para os não judeus (gentios). Durante essa viagem missionária Deus realiza coisas notáveis por meio de ambos, e Paulo tem uma pequena amostra de que futuro o espera. Essa missão termina em Atos 14.26, mas é importante frisar que durante ela, com o seu futuro evangelístico-missionário desenhado, pouco a pouco Paulo vai tomando a proeminência. O texto de Atos 14.12 já nos mostra ele à frente do discurso, e assim podemos entender que ao longo desses anos Barnabé com sua fé viva e aberta, com sua liderança sem vaidades, e com sua espiritualidade voluntariosa havia dado segurança e autonomia para que, livremente, nascesse e se desenvolvesse o frutífero ministério de Paulo, o apóstolo dos gentios.
Essa breve reflexão de forma alguma esgota o assunto, mas nos dá uma pequena amostra do que pode ser chamado de espiritualidade. Baseados nela é possível percebermos como algumas pessoas e mesmo igrejas completas andam longe do que poderíamos chamar de uma espiritualidade bíblica!
A espiritualidade de Barnabé, manifestada por seus atos, era edificada sobre uma fé sadia e operosa, e pela plenitude do Espírito Santo. E quanto a nós, o que nos define hoje como pessoas de fé e cheias do Espírito?
Olhando para Barnabé vemos que o que define a espiritualidade não são as tendências, os modismos e as excentricidades, mas uma vida voltada, de fato, à vida, ao real e concreto da existência humana, voltada ao Reino de Deus, voltada ao próximo. Quem ousaria dizer que Jesus não foi espiritual? Ainda que pesaroso pela superficial espiritualidade de alguns é assim que o vemos enquanto anunciava com seu estilo de vida que todo o fardo da lei e dos mandamentos se resumem em dois atos de dedicação que se fundem, visto não subsistirem separadamente. Atos que promovem, edificam e sustentam a vida; atos de negação de si mesmo e de amor (Marcos 12.29-34). Entendemos que Barnabé soube seguir com coragem, determinação e simplicidade os passos do mestre, e nos deixar um exemplo de espiritualidade que deu certo. Ou alguém duvida?
Seguindo a tendência o filão dos chamados artigos gospel supre as demandas com literatura, músicas e quinquilharias onde quase tudo é dirigido à edificação do eu espiritual, isto é, à primeira pessoa do singular: meu Deus, eu sou, eu quero, eu vou, eu posso, eu determino etc., chegando a ter um forte teor de culto a si mesmo. Logo o que se entende por ser espiritual é algo altamente individualizante e pessoal, transcendente, sectarista e, poderíamos dizer, até esotérico, contrastando fortemente com o modo comunitário - e despretensioso - de ser espiritual dos primeiros cristãos.
O versículo 24 do texto apresentado como referência nos diz que Barnabé “Era, com efeito, um homem reto, cheio do Espírito Santo e de fé...” (TEB) e isso é importante para a nossa compreensão em tempos onde muitos buscam uma espiritualidade à toda prova. O seu estilo de vida contagiante vem assim evidenciar um jeito de ser cristão que se torna paradigma de espiritualidade, não por se isolar, se sobressair, ou por ser um seguidor da última bobeira gospel, mas a partir do que naturalmente fez. A sua espiritualidade era aberta a outros e era concreta, isto é, realizava-se no plano de vida e contexto em que se encontrava. Era uma espiritualidade “deste mundo”; bem terrena, poderíamos dizer.
No Capítulo quatro dos Atos, nos versículos 36 e 37 Barnabé é o primeiro nominalmente citado a dispor de recursos financeiros para ajudar os menos favorecidos da comunidade cristã nascente (At 4.36, 37). Em Atos 9.27 ele nos dá um grande exemplo de solidariedade apresentando-se e, por que não dizer, expondo-se como fiador de Saulo, o recém-convertido, ajudando-o a obter aceitação e confiança diante dos discípulos de Jerusalém. Foi a credibilidade, discernimento e encorajamento de Barnabé que mantiveram Saulo firme nesse difícil momento de sua vida. Quando tudo parecia estar contra ele, Barnabé apresenta-se como testemunha da sua mudança de vida e de que com ousadia havia pregado em nome de Jesus em Damasco.
Por conta dessa boa reputação que gozava Barnabé foi escolhido pelos líderes de Jerusalém para avaliar e conferir o trabalho dos pregadores itinerantes que estavam em Antioquia. Ali, vendo a graça de Deus, muito se alegrou e encorajou os primeiros fiéis para que “de todo o coração, permanecessem firmes” (At 11.19-21). Foi nessa ocasião que buscou Saulo trazendo-o para a igreja de Antioquia onde trabalharam juntos por um ano. Ele reconheceu o potencial que havia em Saulo e assim não o procurou apenas para encorajá-lo, mas para ser ajudado por ele visto que havia uma “multidão considerável” para ser ensinada e cuidada.
Desse modo vemos que a verdadeira espiritualidade não se fecha, mas busca ambientes de compartilhamento, ajuda e crescimento mútuos. Podemos entender, afinal, que não foi à toa que esse levita de Chipre recebeu o carinhoso cognome de encorajador ou filho da consolação (At 4.36); percebe-se que o conhecimento de suas qualidades já era notório entre os irmãos. Muito provavelmente foi o seu exemplo de espiritualidade que contagiou os demais cristãos de Antioquia para que socorressem os santos da Judéia, pois o vers. 30 do capítulo em destaque nos diz que a ajuda destinada a eles foi enviado pelas mãos de Barnabé e Saulo.
Será que havia nesse homem ainda mais alguma qualidade que não sabemos? Vejamos: Atos 13.1 nos apresenta uma lista de profetas e mestres em Antioquia, e olha o nome de Barnabé incluído aí! E será que Deus se interessa por tal tipo de espiritualidade? O versículo seguinte diz que o próprio Espírito Santo o escolheu para que juntamente com Saulo anunciassem a Palavra, missão que teve seu início entre os judeus, mas que no seu decurso vai se voltando para os não judeus (gentios). Durante essa viagem missionária Deus realiza coisas notáveis por meio de ambos, e Paulo tem uma pequena amostra de que futuro o espera. Essa missão termina em Atos 14.26, mas é importante frisar que durante ela, com o seu futuro evangelístico-missionário desenhado, pouco a pouco Paulo vai tomando a proeminência. O texto de Atos 14.12 já nos mostra ele à frente do discurso, e assim podemos entender que ao longo desses anos Barnabé com sua fé viva e aberta, com sua liderança sem vaidades, e com sua espiritualidade voluntariosa havia dado segurança e autonomia para que, livremente, nascesse e se desenvolvesse o frutífero ministério de Paulo, o apóstolo dos gentios.
Essa breve reflexão de forma alguma esgota o assunto, mas nos dá uma pequena amostra do que pode ser chamado de espiritualidade. Baseados nela é possível percebermos como algumas pessoas e mesmo igrejas completas andam longe do que poderíamos chamar de uma espiritualidade bíblica!
A espiritualidade de Barnabé, manifestada por seus atos, era edificada sobre uma fé sadia e operosa, e pela plenitude do Espírito Santo. E quanto a nós, o que nos define hoje como pessoas de fé e cheias do Espírito?
Olhando para Barnabé vemos que o que define a espiritualidade não são as tendências, os modismos e as excentricidades, mas uma vida voltada, de fato, à vida, ao real e concreto da existência humana, voltada ao Reino de Deus, voltada ao próximo. Quem ousaria dizer que Jesus não foi espiritual? Ainda que pesaroso pela superficial espiritualidade de alguns é assim que o vemos enquanto anunciava com seu estilo de vida que todo o fardo da lei e dos mandamentos se resumem em dois atos de dedicação que se fundem, visto não subsistirem separadamente. Atos que promovem, edificam e sustentam a vida; atos de negação de si mesmo e de amor (Marcos 12.29-34). Entendemos que Barnabé soube seguir com coragem, determinação e simplicidade os passos do mestre, e nos deixar um exemplo de espiritualidade que deu certo. Ou alguém duvida?
Valdenir Soares - Teólogo e Professor
sábado, 19 de outubro de 2013
De que você tem fome?
"Trabalhem,
não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida
eterna, o qual, o Filho do homem lhes dará..." - João 6.27.
O
capítulo 6 do Evangelho de João fala de três tipos de sinais miraculosos realizados
por Jesus naqueles dias. A primeira citação relata as curas, que eram frequentes
e atraíam multidões (vers. 2); a segunda se refere à alimentação de mais de
cinco mil pessoas com apenas cinco pães e dois pequenos peixes (vers. 5-13); e a
terceira descreve a travessia de praticamente todo o lago de Tiberíades (que
tinha mais de 6 km de largura) andando por sobre as águas (vers. 19-21).
Todos
esses sinais maravilhosos mostram quão grande é o poder de Deus que agia e age através
de Jesus, mas mostram também a qual tipo de manifestação as pessoas geralmente dão
maior atenção. Ao observar todo o texto vemos que apenas um desses sinais ficou
em evidência aos olhos da multidão, ou seja, a satisfação das necessidades
físicas e imediatas, pois eram tempos difíceis e a expectativa daquelas pessoas
era a respeito da vinda de um rei que deveria resolver prioritariamente as
questões sociais, dentre elas a provisão de alimento para todos.
Esse
estreitamento absurdo de visão a respeito do ministério do Messias foi motivo
de uma dura e merecida repreensão por parte de Jesus. As palavras citadas acima
foram ditas à multidão que o procurou no dia seguinte ao milagre dos pães e dos
peixes, porque muitos buscam em Jesus apenas o suprimento material. Ele, entretanto,
diz para não trabalharem apenas por esse tipo de suprimento. Em outras palavras
Jesus está dizendo a você que não use o seu tempo, o tempo que Deus te dá nessa
vida, apenas para reter coisas materiais, coisas que se estragam. Antes, use o
seu tempo, forças e energias para construir não um relacionamento interesseiro,
mas um relacionamento verdadeiro, prazeroso e permanente com as coisas de Deus,
com o Reino de Deus e com o próprio Deus. Se você se ocupa apenas com o que se
desgasta jamais vai se fartar e ter plena satisfação, pois logo a fome e as “necessidades”
estarão gritando novamente! (Eclesiastes 5.10).
O
que Jesus disse a eles - e a nós - é que os sinais e demonstrações do poder de
Deus devem alimentar e preencher espiritualmente. Que precisamos tirar lições
espirituais do poderoso agir de Deus, e não apenas encher estômagos, despensas
e contas bancárias, afinal ele alimenta as aves todos os dias e “vocês valem
mais do que os passarinhos” (Mateus 6.26). Ele disse que você não deve se
contentar apenas em comer e se entusiasmar com aquele que deu comida, mas ver
neste milagre a provisão para a vida eterna. E o que se leva para a vida eterna
é o encher-se de Deus, da satisfação em Deus, da vida plena de Deus. Aliás, isso
fica ainda mais patente no versículo 48 onde Jesus diz claramente “Eu sou o pão
da vida”; ele é o alimento para a eternidade. Porém, da mesma forma que para se
alimentar é preciso apropriar-se do alimento, para ser alimentado por Jesus é
preciso apropriar-se dele, o pão enviado por Deus (vers. 51).
A atitude
de Jesus em não ser um rei apenas para suprir necessidades materiais deve ter
frustrado a muitos. Ainda hoje as pessoas se frustram quando seus desejos não
são atendidos, pois muitos conhecem Jesus apenas como um garçom, com uma grande
bandeja cheia de coisas boas onde se servem sem nenhum compromisso.
Quiseram
tomar Jesus à força e proclamá-lo rei apenas porque lhes havia dado comida (vers.
15). Onde ou em que áreas da sua vida você tem feito Jesus rei e, ali,
restringido o seu agir? Afinal, por qual alimento você tem trabalhado? De que você
tem fome? Saiba que qualquer coisa que você obtiver satisfará apenas a
sua necessidade física, mas apenas Jesus, o pão dado por Deus, satisfará a sua
fome de Deus e das coisas espirituais. Portanto, busque a Deus por ele mesmo, para ter salvação, paz, segurança,
alegria, e não pelo que ele pode dar. Busque a Deus para adorá-lo, honrá-lo,
ter comunhão com ele, ter satisfação nele, para ser cheio dele e da sua graça.
Enfim, busque ao Senhor para ter a sua fome espiritual satisfeita.
Valdenir Soares - Teólogo e Professor
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Atividade 4.2 - Navegar por vídeos e outras mídias
Produtos e objetos do Portal do Professor
Energia eólica
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/12252/Energia%20Eolica.swf?sequence=1
Nestes tempos em que está em evidência a busca por fontes de energia renováveis e não poluentes saiba um pouco mais sobre esse assunto de interesse global. Nesse link você terá acesso a informações com respeito à formação dos ventos e sua influência em todo o planeta. São dados extremamente importantes para entendermos onde e como é possível se produzir energia a partir dessa fonte inesgotável.
Recuperando arquivos de um pendrive afetado por vírus
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=39485
As pendrives são ferramentas indispensáveis para transporte de arquivos. Por sua portabilidade e capacidade podemos levar todos os tipos de mídias, arquivos de textos, planilhas, músicas, vídeos etc. infelizmente, junto com suas facilidades elas também podem ser usadas, maliciosamente, para disseminar vírus, worms e outras infecções. Por isso fique de olho, pois esse é um assunto de interesse de todos nós, usuários de computadores, tablets e, especialmente, as utilíssimas pendrives.
Energia eólica
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/12252/Energia%20Eolica.swf?sequence=1
Nestes tempos em que está em evidência a busca por fontes de energia renováveis e não poluentes saiba um pouco mais sobre esse assunto de interesse global. Nesse link você terá acesso a informações com respeito à formação dos ventos e sua influência em todo o planeta. São dados extremamente importantes para entendermos onde e como é possível se produzir energia a partir dessa fonte inesgotável.
Recuperando arquivos de um pendrive afetado por vírus
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=39485
As pendrives são ferramentas indispensáveis para transporte de arquivos. Por sua portabilidade e capacidade podemos levar todos os tipos de mídias, arquivos de textos, planilhas, músicas, vídeos etc. infelizmente, junto com suas facilidades elas também podem ser usadas, maliciosamente, para disseminar vírus, worms e outras infecções. Por isso fique de olho, pois esse é um assunto de interesse de todos nós, usuários de computadores, tablets e, especialmente, as utilíssimas pendrives.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Dia da Criança: o que temos para comemorar?
Ainda que em determinadas épocas
e lugares históricos as crianças não sejam mencionadas ou consideradas
importantes esse não é o pensamento cristão e nem mesmo do antigo povo da
Aliança, o povo hebreu. Ao contrário, diversos relatos bíblicos em muitas e
variadas circunstâncias fazem menção às crianças. Elas aparecem tanto em
situações alegres e festivas quanto infelizes e trágicas. Na maioria das vezes,
essas crianças simplesmente fazem parte da vida comum da família e compartilham
dos acontecimentos habituais da vida sejam eles favoráveis ou não.
Há, por exemplo, a história de
Isaac uma criança que ao ser prenunciada foi motivo de riso para sua mãe, Sarah,
e para seu pai Abraão, ambos já avançados em idade. Seu nascimento trouxe, ao
mesmo tempo, provas do poder e da fidelidade de Deus. A história sagrada registra
que nos tempos em que José se tornou governador do Egito havia grande fome naquela
região por conta de uma terrível seca. No grupo dos familiares de José, recebido
por ele no Egito, havia também algumas crianças que foram livradas da fome e da
morte (Gênesis 50.11). Quatrocentos e trinta anos depois, ao saírem vitoriosos
sobre o mau Faraó que então reinava, já não eram algumas, mas milhares (Êxodo
12.37). Outro relato nos informa que quando o arrependido Jacob decide retornar
das terras de Harã e confrontar a ira de seu irmão Esaú, do qual havia roubado o
direito e a bênção de filho mais velho, trazia consigo suas esposas e crianças que
eram parte dos temores do marido e pai aflito (Gênesis 33.1-3). E, ainda, outro
texto nos mostra que uma criança fruto do adultério de David com Bat-Sheba foi
motivo de lamentos, jejuns e choro (II Samuel 12.22). E, assim, por toda a
Bíblia elas são lembradas nos Provérbios (Provérbios 22.6), cantadas nos Salmos
(Salmo 8.2), e como bons discípulos estavam incluídas na primeira e segunda
multiplicação dos pães (Mateus 14.21; 15.38).
Entretanto, a
Bíblia também contém inúmeras e emocionantes histórias em que, mais que simples
participantes, elas são os personagens principais. Uma das que mais me chamam a
atenção por seu contexto adverso é a história do menino Moisés. Num tempo em
que os hebreus de sexo masculino recém-nascidos deveriam ser mortos, Moisés,
filho de hebreus, foi privilegiado com um tríplice cuidado: o cuidado de Deus,
que por seu intermédio haveria de libertar seu povo da escravidão; o cuidado
afetuoso de sua mãe, Joquebed, que sabiamente o livrou da morte e o criou; e o
cuidado da filha de Faraó que o educou como filho dando-lhe, inclusive, o nome.
Esses cuidados que por providência divina Moisés teve na sua infância e
juventude o moldaram como pessoa e como servo de Deus. Em alguns momentos de
sua vida fraquejou e errou, mas humildemente se recompôs permitindo que o
Senhor o levasse a cumprir o papel bíblico e histórico que bem conhecemos.
Hoje vivemos em um mundo que se impõe sobre
a existência humana, no qual a vida social, o trabalho, os bens, o dinheiro e o
status concorrem com a falta de tempo para cuidados de pai e mãe. Diante da
constatação da urgência desses cuidados para com as nossas crianças, como nos
posicionamos?
O Teólogo e escritor Rubem Amorese em seu livro
Igreja & Sociedade [1]
conclui que é exatamente no meio familiar que tem faltado cuidado a muitas
crianças. Ele traz o assunto do abandono infantil para dentro dos lares e cita
graus desse abandono. Segundo ele, muitas crianças estão abandonadas em frente
à televisão e passam mais de 6 horas por dia recebendo, sem nenhuma censura,
tudo o que é considerado “apropriado” para o horário. Pesquisas revelaram que
em uma semana essas “babás eletrônicas” exibiram 1.145 cenas de nudez; 276
relações sexuais; 72 palavrões; 707 brigas e facadas e 1.940 disparos de armas
de fogo, mostrando com quantos tiros e cenas eróticas a televisão cria as
crianças enquanto os pais acham tudo natural.
Amorese fala também das crianças abandonadas
em creches e escolinhas. O que em situações normais pode ser oportunidades de
amadurecimento, sociabilização e crescimento, pode também estar mascarando a
falta de paciência, a falta de afeto e a falta de amor dos pais; há muito
abandono brando e velado nessa situação. Não chega a ser rejeição, no sentido
doentio do termo, mas produz sobre a psiquê da criança danos mais ou menos
sérios porque, por mais profissional que seja uma “tia”, a falta de convívio
com um pai e uma mãe um dia cobrará o seu tributo. Se isso tudo acontece no
ambiente familiar, o que diremos, então, das crianças abandonadas nas ruas?
Mesmo sem
poder, digamos, assumir o seu filho a mãe de Moisés não foi omissa e certamente
lhe deu instruções valiosas a respeito do seu povo, de suas tradições, de sua
educação e do conhecimento do Deus Único e Verdadeiro, Criador de todas as
coisas em cujo caminho ele deveria andar. A providência divina tantas vezes
buscada apenas no fantástico e sobrenatural se concretiza também - e
principalmente - por meio de mães e pais que estão atentos aos seus filhos e
filhas, cuidando por onde andam, filtrando o que vêem nos meios de comunicação,
mas, especialmente conduzindo-os ao caminho da simplicidade, obediência e retidão
como, exemplarmente, faziam Ana e Elcana, pais do menino Samuel, Zacarias e
Isabel, pais de João o precursor de Jesus, José e Maria e tantos outros (I Samuel
1.24ss; Lucas 1.59; 2.41, 42).
Nesse 12 de
outubro teremos muito que comemorar se muitos reconhecerem que foram postos,
por providência de Deus, mães e pais zelosos na edificação da vida e da
história de seus filhos e filhas. Que Deus nos de graça nessa árdua e maravilhosa
tarefa.
Valdenir Soares - Teólogo e Professor
[1] AMORESE, Rubem M. Igreja & sociedade - o
desafio
de ser cristão no Brasil do século XXI. Viçosa: Ultimato, 1998, p.
103\4.
sábado, 5 de outubro de 2013
Atividade 3.5 - Desenvolvimento do Projeto
O "Projeto Afro-cultura - inserção e assimilação da cultura negra no Brasil" já está em andamento. Nos dias 01 a 04 o projeto foi
apresentado aos professores e discutido com os alunos das turmas envolvidas. Questões
foram formuladas para nortear as pesquisas, alguns sites de referência foram levantados (vejam no Portfólio),
e as aulas foram agendadas com o professor responsável pela STE. As pesquisas foram
divididas por turmas assim definidas:
Ensino Religioso - 5º Ano
Geografia - 6º Anos A e B
História - 7º Ano
Artes - 8º Ano
Língua Portuguesa -
9º Ano
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